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FAKE EMPIRE 
OR HOW TO
MASTER THE
NON-EXISTENCE

UM FILME DE TOMÁS BARÃO DA CUNHA

Em “Fake Empire”, o fim da adolescência anunciada. Não uma celebração, mas uma introspecção. A constante repetição dos erros que desejamos que fiquem no passado, mas que teimam em se assumir no presente. A cidade grande e todas as suas virtudes e medos. É a juventude a lutar contra os seus medos e fantasmas. É o crescer e levar às costas o que se aprendeu para lutar contra o que há de vir. É a vida à frente dos nossos olhos, pronta para ser enfrentada, pronta para ser vivida. É a cidade, a juventude, o amor e a solidão.